terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Curso de "Mini-chef" - Gastronomia Infantil
A Nutriclinic Funcional promoverá no próximo dia 25/julho o Curso ‘Mini-Chef’. A proposta da temática é além de as crianças conseguirem preparar delícias gastronômicas na cozinha, despertar o interesse da criançada para o auxílio no preparo dos alimentos.
As crianças que ajudam na cozinha costumam experimentar o prato que prepararam. Então, não precisa se limitar apenas a pratos doces. É possível apostar também em saladas nutritivas. Assim, a criançada tem oportunidade de aprender a gostar de alimentos mais saudáveis. A Nutriclinic Funcional acredita que ao cozinhar, as crianças podem conhecer novos alimentos e sabores, ampliando o paladar. Até ler as receitas é um aprendizado, a criança pode praticar a leitura e descobrir frutas e vegetais novos. Além disso, enquanto preparam receitas saborosas, os pequenos descobrem como trabalhar em equipe e manter a cozinha organizada. A cozinha vai ser um lugar de diversão e aprendizado.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Cookies de banana, aveia e chocolate

Ingredientes:
- 2 a 3 bananas amassadas
- 3 colheres de sopa de aveia
- 70g de chocolate 70% cacau triturado ou picado
- Castanhas do Pará e nozes a gosto para polvilhar
Modo de Preparo:
Pegue a banana amassada, adicione a aveia e os pedaços de chocolate, misture até formar uma massa homogênea. Em um refratário distribua a massa em porções equivalentes a colher de sopa e polvilhe com o mix de castanhas do pará e nozes (use sementes de oleaginosas de sua preferencia). Leve ao forno por 10 a 15 minutos.
Propriedades da receita:
Aveia: regula função intestinal, melhora saciedade, controla glicemia e colesterol.
Chocolate (70% de cacau): fonte de catequinas e magnésio, possui ação antioxidante.
Castanha do Pará: fonte de selenio, antioxidante, 70% de gordura (ac. graxos insaturados, fonte de omega3 e 6), antinflamatorio, protetor cardiovascular.
Nozes: ação antioxidante, fonte de omega3, reduz colesterol, protetor cardiovascular, possui polifenóis, vitamina E, fitoesteróis.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Zinco ajuda a emagrecer e protege contra doenças
Conhecido como ativador do metabolismo, o zinco desempenha um papel muito importante no bom funcionamento geral do corpo e é um aliado na luta contra os quilinhos extras. Isso porque os carboidratos e lipídios (gorduras) são absorvidos em maior ou menor quantidade dependendo da sua presença no organismo.
Outra colaboração do componente para o emagrecimento é quanto ao controle de apetite. O zinco é responsável por regular a produção e eliminação da leptina, hormônio produzido pelo organismo para a função de controlar o apetite e responsável por armazenar a gordura e indicar ao fígado o trabalho que ele deve fazer, a deficiência do zinco pode reduzir os níveis deste hormônio.
Assim, o nutriente é capaz de elevar a queima calórica ao mesmo tempo em que reduz a ingestão de alimentos. A pessoa que deseja emagrecer deve combinar a ingestão de zinco com uma dieta pouco calórica.
Além destes benefícios, o zinco também:
- Atua na liberação do hormônio de crescimento
- Estimula a atividade normal da insulina
- Colabora para o bom funcionamento do sistema imunológico, protegendo o corpo de diversas doenças e ajudando-o a combater aquelas que já se instalaram
- É fundamental para a correta digestão das proteínas
- Tem função antioxidante, inibindo a ação de radicais livres
- É ativador das funções sexuais, garantindo boa maturação sexual, fertilidade e reprodução.
O zinco pode ser encontrado em diversos alimentos, sendo que os principais e recomendados são as ostras, em primeiro lugar, bem como germen de trigo, carne vermelha, fígado, ricota, amendoim, nozes, castanhas, queijo, arroz integral, leite e ovos. Por outro lado, consumir o nutriente em quantidades exageradas também pode trazer más consequências ao organismo, já que a alta concentração de zinco no sangue faz diminuir a quantidade de cobre, causando deficiência deste outro mineral. Os sintomas do excesso de zinco no organismo incluem diarreia, enjoos e vômitos, devido à irritação do trato gastrointestinal. Também pode ocorrer sudorese, taquicardia, visão embaçada e outros sintomas. A recomendação é não ingerir mais de 50 mg por dia.
Outra colaboração do componente para o emagrecimento é quanto ao controle de apetite. O zinco é responsável por regular a produção e eliminação da leptina, hormônio produzido pelo organismo para a função de controlar o apetite e responsável por armazenar a gordura e indicar ao fígado o trabalho que ele deve fazer, a deficiência do zinco pode reduzir os níveis deste hormônio.
Assim, o nutriente é capaz de elevar a queima calórica ao mesmo tempo em que reduz a ingestão de alimentos. A pessoa que deseja emagrecer deve combinar a ingestão de zinco com uma dieta pouco calórica.
Além destes benefícios, o zinco também:
- Atua na liberação do hormônio de crescimento
- Estimula a atividade normal da insulina
- Colabora para o bom funcionamento do sistema imunológico, protegendo o corpo de diversas doenças e ajudando-o a combater aquelas que já se instalaram
- É fundamental para a correta digestão das proteínas
- Tem função antioxidante, inibindo a ação de radicais livres
- É ativador das funções sexuais, garantindo boa maturação sexual, fertilidade e reprodução.
O zinco pode ser encontrado em diversos alimentos, sendo que os principais e recomendados são as ostras, em primeiro lugar, bem como germen de trigo, carne vermelha, fígado, ricota, amendoim, nozes, castanhas, queijo, arroz integral, leite e ovos. Por outro lado, consumir o nutriente em quantidades exageradas também pode trazer más consequências ao organismo, já que a alta concentração de zinco no sangue faz diminuir a quantidade de cobre, causando deficiência deste outro mineral. Os sintomas do excesso de zinco no organismo incluem diarreia, enjoos e vômitos, devido à irritação do trato gastrointestinal. Também pode ocorrer sudorese, taquicardia, visão embaçada e outros sintomas. A recomendação é não ingerir mais de 50 mg por dia.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Tempero para carnes

Ingredientes:
- 1 unidade de alho (descascar os dentes e mascerar e esperar 10 minutos)
- 3 unidades de cebola
- 1/2 colher de sopa de orégano
- 1 folha de louro
- 1 unidade de cenoura pequena crua e descascada
- 1 xícara de vinagre
- 1 litro de água filtrada
Modo de preparo:
Bater tudo no liquidificador e colocar em garrafa de vidro na geladeira. Usar para temperar carnes, frangos e peixes.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A importância da alimentação na criança
A alimentação exerce um papel fundamental sobre a saúde da criança. O
estímulo ao aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida, aliado à
introdução da alimentação complementar adequada até o 2º ano de idade, são
determinantes na formação de hábitos alimentares mais saudáveis.
Os hábitos adquiridos no decorrer da infância e da adolescência são fáceis de serem
mantidos na vida adulta e durante o envelhecimento.
A comida de que gostamos, os temperos que preferimos, o cheirinho que
sentimos e que nos enche a boca de água, tudo se refere aos hábitos que
adquirimos quando ainda éramos crianças. Não é verdade?
Então fica fácil para vocês entenderem que as práticas alimentares
familiares formam os hábitos que adotamos e que seguimos por toda nossa
vida. Atualmente, com a modernidade e a facilidade de acesso a produtos
industrializados cheios de sal, açúcar e gorduras, a saúde das pessoas vem se
modificando e as doenças como obesidade, diabetes e hipertensão têm
aumentado muito, atingindo nossas crianças mais precocemente.
Para tentar reverter este quadro e melhorar a qualidade de vida de seus filhos, procure um nutricionista para elaborar cardápios individualizados de forma a orientar os pais, familiares e cuidadores a praticarem escolhas alimentares mais saudáveis no momento de alimentar as suas crianças, garantindo crescimento e desenvolvimento adequados e saúde para a vida toda.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Sellene Megadiet para levantar sua autoestima!
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Bolo funcional de frutas com baixo índice glicêmico

Ingredientes da massa:
-2 xícaras de fécula de mandioca
-3 batatas Yacon grandes
-3 ovos
-5 bananas maduras
-100ml de óleo de canola
-1 pitada de sal marinho
Cobertura:
-2 colheres de cacau em pó
-1 xícara de suco de laranja
-1 xícara de calda de Agave
Modo de preparo da massa:
Bater todos os ingredientes no liquidificador e levar ao forno por 40 minutos.
Calda:
Aqueça o cacau e o suco de laranja até reduzir(engrossar). Depois desligue o fogo e acrescente o agave.
Propriedades da receita:
A batata Yacon é ótima opção como espessante, rica em inulina (fibra prebiotica) e com baixo índice glicêmico podendo ser consumida por diabéticos.
A fécula de mandioca é utilizada em substituição a farinha de trigo para evitar o consumo de glúten.
O ovo é uma excelente fonte de proteína e ainda conta com a Colina que tem papel importantíssimo na transmissão sináptica dos neurônios.
A banana além de ser fonte de prebiotico, estimula a síntese de serotonina a partir do triptofano.
O óleo de canola tem ótimo perfil lipídico, sendo rico em W3, auxiliando no controle do colesterol.
O cacau em pó é importante antioxidante.
O suco de laranja atua como antioxidante e rico em vitamina C.
A calda de agave vem como substituto do leite condensado oferecendo o doce da cobertura com baixo índice glicêmico.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Alfarroba
A alfarrobeira é uma árvore selvagem, nativa da costa do Mediterrâneo. A alfarroba tem sua vagem comestível, semelhante ao feijão, de cor marrom escuro e sabor adoçicado, utilizada pela indústria de alimentos, na produção de gomas e espessantes.
O pó ou farinha de alfarroba derivado da polpa da vagem torrada e moída é utilizado para substituir o cacau. Esse pó, contudo, possui expressiva diferença em relação ao cacau no conteúdo de açúcar e de gordura. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e um alto teor de açúcares naturais (sacarose, glicose e frutose), em torno de 38 a 45%. A alfarroba é um alimento saudável e de elevado valor nutritivo. Contém vitamina B, tanto quanto o aspargo ou morango; possui a mesma quantidade de niacina que o feijão, fava, lentilha e ervilha e mais vitamina A, que é essencial para o crescimento dos ossos e dentes, vitalidade da pele e saúde da visão do que a berinjela, o aspargo e a beterraba. Possui ainda alto teor de vitamina B2, cálcio, magnésio e ferro, bem como um correto balanceamento de potássio e sódio. A alfarroba não possui qualquer agente alergênico ou estimulante tais como a cafeína e teobromina presentes no cacau. Embora apresente um alto teor de açúcares, possui um baixo conteúdo calórico devido à quantidade quase imperceptível de lipídeos (gorduras) e alta quantidade de fibras naturais. O efeito benéfico dessas fibras naturais na flora intestinal se dá pela proteção da membrana mucosa do intestino, bem como pela redução significativa da incidência de diarréias indefinidas, desordens nutricionais e incidência de úlceras.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Intolerância à lactose ou Alergia à proteína do leite?
As pessoas que são intolerantes à lactose e as que têm alergia à proteína do leite normalmente apresentam os sintomas parecidos. No entanto, existem diferenças entre as duas condições.
A alergia à proteína do leite é uma reação do organismo quando entra em contato com algumas frações protéicas do leite, que faz com que o sistema imunológico reconheça como agressoras, o que gera uma reação que tem como objetivo combater este agente estranho. Já a intolerância à lactose se dá por uma dificuldade do organismo de digerir o açúcar presente no leite, que é a lactose. Isso ocorre devido à ausência ou pouca produção da enzima lactase, responsável por digerir a substância.
A alergia à proteína do leite costuma afetar bebês, principalmente antes do primeiro ano de vida, pois está associada à substituição do leite materno pelo de vaca. Nesta fase, o intestino ainda não está preparado para receber e digerir a proteína do leite, entendendo-a como estranha e invasora, o que provoca uma reação contra ela e em defesa do organismo. A condição geralmente não perdura por toda a vida. Em 80% dos casos, estas crianças voltam a consumir o leite por volta dos três aos cinco anos de idade, pois é quando o sistema imunológico cria maturidade, tornando-se tolerante às proteínas presentes no leite de vaca e seus derivados. Por outro lado, a intolerância à lactose, quando não é genética, pode surgir em qualquer momento da vida, pois acontece graças à diminuição ou ausência da produção de lactase. Isso pode ocorrer por algumas razões, como lesões intestinais, quimioterapia, radioterapia ou até mesmo pelo processo natural de envelhecimento.
Os sintomas das duas condições são bastante similares. Ambas são caracterizadas por dores abdominais, gases (flatulência), sensação de inchaço, cólicas abdominais e diarreia. A alergia à lactose pode provocar, ainda, dificuldades respiratórias, edema, lesões na pele, como coceira, vermelhidão e dermatite, e vômitos, dependendo do grau do problema.
Já os tratamentos são distintos. No caso da alergia, é necessária a exclusão total do leite de vaca e derivados por um período que pode variar de meses a anos. Já a intolerância requer controle alimentar e medicamentos. O leite e seus derivados podem ser consumidos, porém em quantidades reduzidas, dependendo da tolerância do organismo.
A alergia à proteína do leite é uma reação do organismo quando entra em contato com algumas frações protéicas do leite, que faz com que o sistema imunológico reconheça como agressoras, o que gera uma reação que tem como objetivo combater este agente estranho. Já a intolerância à lactose se dá por uma dificuldade do organismo de digerir o açúcar presente no leite, que é a lactose. Isso ocorre devido à ausência ou pouca produção da enzima lactase, responsável por digerir a substância.
A alergia à proteína do leite costuma afetar bebês, principalmente antes do primeiro ano de vida, pois está associada à substituição do leite materno pelo de vaca. Nesta fase, o intestino ainda não está preparado para receber e digerir a proteína do leite, entendendo-a como estranha e invasora, o que provoca uma reação contra ela e em defesa do organismo. A condição geralmente não perdura por toda a vida. Em 80% dos casos, estas crianças voltam a consumir o leite por volta dos três aos cinco anos de idade, pois é quando o sistema imunológico cria maturidade, tornando-se tolerante às proteínas presentes no leite de vaca e seus derivados. Por outro lado, a intolerância à lactose, quando não é genética, pode surgir em qualquer momento da vida, pois acontece graças à diminuição ou ausência da produção de lactase. Isso pode ocorrer por algumas razões, como lesões intestinais, quimioterapia, radioterapia ou até mesmo pelo processo natural de envelhecimento.
Os sintomas das duas condições são bastante similares. Ambas são caracterizadas por dores abdominais, gases (flatulência), sensação de inchaço, cólicas abdominais e diarreia. A alergia à lactose pode provocar, ainda, dificuldades respiratórias, edema, lesões na pele, como coceira, vermelhidão e dermatite, e vômitos, dependendo do grau do problema.
Já os tratamentos são distintos. No caso da alergia, é necessária a exclusão total do leite de vaca e derivados por um período que pode variar de meses a anos. Já a intolerância requer controle alimentar e medicamentos. O leite e seus derivados podem ser consumidos, porém em quantidades reduzidas, dependendo da tolerância do organismo.
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