
As últimas pesquisas compararam o estado nutricional de
voluntários saudáveis ao de portadores do problema. Os resultados mostraram que
os grupos com comprometimento cognitivo apresentavam uma deficiência muito
maior de selênio, mineral encontrado em abundância na pequena noz - para ter
ideia, uma unidade concentra de 200
a 400 microgramas do nutriente. A recomendação de
consumo para um adulto é de 55 microgramas diários. Ou seja, sozinha, a
castanha já supre a quantidade de selênio de que seu organismo precisa. E
acredite: ele realmente depende do mineral para funcionar a todo vapor. O selênio é fundamental para a formação de uma enzima que
tem ação antioxidante, a glutationa peroxidase, esta enzima é uma das mais
potentes na hora de combater os radicais livres, aquelas moléculas que danificam
as células e causa a morte de neurônios, o que fomenta o desenvolvimento da
doença de Alzheimer. As evidências apontam, portanto, que o consumo de selênio
reduz a produção desenfreada desses inimigos.
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